• Facebook
  • Instagram

O Coco

Coco: sinônimo perfeito de versatilidade

Ele está presente de alguma forma no cotidiano das pessoas. Na culinária tem diversidade de usos garantida em várias receitas mundo afora, na estética vem ganhando escala global, no artesanto eleva o espírito criativo dos artistas e no paisagismo, bem o próprio coqueiro conquista a todos pela beleza natural. Sim tudo isso vem do coco.

Há várias explicações para a origem do coqueiro (Cocus nucifera L.) Alguns acreditam que ele é originário da Índia, outros dizem que veio de ilhas do Pacífico ou da África e há os que acreditam que essa planta já existia na América Central, antes da descoberta do Novo Mundo. O que se sabe ao certo é que, no Brasil, o coco foi introduzido pelos portugueses, na Bahia, por volta de 1553, com plantas vindas do arquipélago malaio. A partir daí, espalhou-se por todo o litoral brasileiro.

COPRA: é o nome que se dá à polpa do coco seco, da qual se extrai o óleo de coco. Copra é definida pelo Dicionário Houaiss como “polpa oleaginosa da amêndoa do coco-da-baía, seca e preparada para dela se extraírem óleo, glicerina, manteiga de coco etc”.

O nome ”copra” deriva da palavra em malayalam koppara, que significa “coco seco”.

Do coco tudo se aproveita.

A polpa fornece o coco ralado e leite de coco, amplamente utilizados na indústria alimentícia, de pães, bolos, sorvetes. Na confeitaria e na culinária eles têm lugar garantido. Gera ainda outros produtos, de maior valor agregado, como o óleo de coco, que atualmente está em evidência no mundo todo, a manteiga de coco, ótima opção à alimentação saudável, farinha de coco, rica em fibra excelente para preparações alimentícias, açúcar de coco, extraído neste caso da seiva do coqueiro, néctar de coco, entre outros. Seu fruto ainda verde fornece a água de coco, um excelente repositor hídrico, principalmente para repor a perda de potássio.

Na indústria cosmética ele se destaca cada vez mais como um ingrediente poderoso, para os produtos de beleza, de A Z.

Sua fibra é muito usada em belos artesanatos, tapetes para residências e para automóveis, entre outras aplicações.

Curiosidade: nos primórdios do rádio brasileiro, o coco seco aberto ao meio, sem a polpa, era usado como som que imitava o cavalo a galope, bastava bater as duas metades.

Também figura no cancioneiro popular brasileiro. É comum ele aparecer nas estrofes dos músicos e poetas.